quarta-feira, 7 de agosto de 2013

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Pela desmistificação do ciúme

(Para ler ao som de Dido - Don't leave home) 

 Já ouvi muita gente dizer que ciúme não é sinal de amor. Eu, como boa mulher com ascendência em escorpião, sou um poço de ciúmes sem precedente, mas nunca consegui ser ciumenta com o que eu não amo. As pessoas tendem a esconder que sentem ciúmes, com o tempo aprendi a não reprimir este sentimento e hoje posso confessá-lo em alto e bom. Sou livre para expressar minha possessão sobre tudo aquilo que julgo meu: sejam MEUS amigos, MEU irmão, MEU namorado, MINHAS banda favorita, MINHAS roupas... 
 Quem diz que não sente ciúmes ou está mentindo ou é um forte adepto do desapego. Estudos apontam que o ciúme é tão poderoso que muda a forma com a qual nos enxergamos perante aquilo que nos enciúma. Há diversas formas de reagir a esse sentimento tão forte: alguns ficam agressivos, outros abrem o berreiro, alguns ficam apáticos, outros se vigam... Particularmente reajo primeiramente com frieza esperando por uma revanche e como diria Marina and the diamonds ‘’te deixo antes de me deixar’’ . Sim, algumas pessoas são muito sensíveis e se sentem ameaçadas. Porém, o problema mesmo é quando o ciúme desaparece, significa que aquilo deixou de ter tanta importância na sua vida. 
Mas é claro que há uma linha muito tênue entre o ‘’silmes’’ e a psicopatia. Ter ciúmes da mãe do namorado te faz parecer um serial killer. Agredir um fã da sua banda favorita é pouco aceitável (será?). Soltar o cachorro em cima da namoradinha do seu irmão pode dar processo (algumas experiências que me ensinaram a me controlar melhor rs). Gritar porque sentaram na sua mesa na lanchonete da faculdade, chorar horas no banheiro por terem copiado a sua cor de cabelo... O ciúme exacerbado pode ser muito prejudicial para você e todos ao seu redor, aprenda a controlar e até lá lembre-se de manter distancia de pistolas, facas, socos ingleses e capinhas de celular com spikes.


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